Indústria de ferramentas sofre retração em razão da desindustrialização brasileira, afirma Sinafer

Mercado Brasil – Negócios

Apesar do pequeno incremento de 0,3% que a produção industrial brasileira teve no ano de 2011, a indústria de ferramentas sofreu uma queda de produção de 2,21% no mesmo ano, quando comparado a 2010, de acordo com os dados da PIM-PF (Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o SINAFER, que representa o setor de ferramentas junto aos órgãos governamentais defendendo reivindicações de ordem técnica e econômica, esse número se deu em razão da substituição da produção doméstica por importados e, principalmente, pela desindustrialização brasileira.

Segundo Milton Rezende, presidente do SINAFER, o maior problema enfrentado é a importação de peças e componentes para a produção de carros, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, entre tantos outros produtos que deixaram de utilizar ferramentas no processo de produção e por isso o setor tem apresentado queda.

Outro problema, segundo Rezende, é a importação de ferramentas e, ao contrário do que se imagina, o maior concorrente do Brasil para este mercado não é somente a China. “Nossos problemas são também a Europa, Japão e os Estados Unidos. Uma ferramenta produzida no Brasil custa de 25% a 30% mais que a mesma produzida nesses mercados”, ressalta.

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Após a crise da Europa, Estados Unidos e Japão, e consequente encolhimento de seus mercados internos, os fabricantes de ferramentas desses países, para manter seus níveis de produção e emprego, têm exportado para o Brasil com preços que, para o presidente do SINAFER, talvez estejam muito próximos de seus custos de produção.

Sinafer – Sindicato da Indústria de Artefatos de Ferro, Metais e Ferramentas em Geral

Apesar do pequeno incremento de 0,3% que a produção industrial brasileira teve no ano de 2011, a indústria de ferramentas sofreu uma queda de produção de 2,21% no mesmo ano, quando comparado a 2010, de acordo com os dados da PIM-PF (Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Segundo o SINAFER, que representa o setor de ferramentas junto aos órgãos governamentais defendendo reivindicações de ordem técnica e econômica, esse número se deu em razão da substituição da produção doméstica por importados e, principalmente, pela desindustrialização brasileira.

Segundo Milton Rezende, presidente do SINAFER, o maior problema enfrentado é a importação de peças e componentes para a produção de carros, eletrodomésticos, eletroeletrônicos, entre tantos outros produtos que deixaram de utilizar ferramentas no processo de produção e por isso o setor tem apresentado queda.

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Outro problema, segundo Rezende, é a importação de ferramentas e, ao contrário do que se imagina, o maior concorrente do Brasil para este mercado não é somente a China. “Nossos problemas são também a Europa, Japão e os Estados Unidos. Uma ferramenta produzida no Brasil custa de 25% a 30% mais que a mesma produzida nesses mercados”, ressalta.

Após a crise da Europa, Estados Unidos e Japão, e consequente encolhimento de seus mercados internos, os fabricantes de ferramentas desses países, para manter seus níveis de produção e emprego, têm exportado para o Brasil com preços que, para o presidente do SINAFER, talvez estejam muito próximos de seus custos de produção.

Sinafer – Sindicato da Indústria de Artefatos de Ferro, Metais e Ferramentas em Geral

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